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quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
O MAIS ALTO DA PARAÍBA
PREFEITO MAIS NOVO DA PARAÍBA
SEGUNDO PREFEITO MAIS NOVO DA PARAÍBA
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
LUCRECIA ADRIANA DE ANDRADE BARBOSA - 01/01/2008
VALCENEY HERMINIO ANDRADE - 01/01/2005
LUIZ VITORIANO DOS SANTOS - 01/01/2001
LUIZ VITORIANO DOS SANTOS - 01/01/1997
ANTIGO SANTARÉM, ATUAL JOCA CLAUDINO-PB
domingo, 1 de maio de 2011
OS 118 LINKS DA PMRN
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
CUITE - PB
Mesorregião Agreste Paraibano
Microrregião Curimataú Ocidental
Municípios limítrofes Cacimba de Dentro, Barra de Santa Rosa, Nova Floresta, Picuí, Pedra Lavrada, Cubati e Sossego
Distância até a capital 235 quilômetros
Características geográficas
Área 735,334 km²
População 20.197 hab. est. 2007
Densidade 26,3 hab./km²
Altitude 667 metros
Clima quente e seco
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,588 PNUD/2000
PIB R$ 34.513.960,00 IBGE/2003
PIB per capita R$ 1.759,21 IBGE/2003
Conheça Cuité!!!
Situada no Curimataú da Paraíba e fundada em 17 de julho de 1678, Cuité encontra-se a 117 km de Campina Grande e tem como principais atividades, o comércio e a agricultura de subsistência. O nome Cuité significa “vasilha real” e originou-se do uso que os índios Paiacus, que pertenciam a tribo dos Cariris que aqui habitavam, faziam da cuia fabricada através do fruto do coitezeiro.
O manancial do Olho D’Água da Bica é um grande poço, que jorra água incessantemente, é cercado por grandes rochas negras de 140 m de altura, que o torna mais atraente e misterioso. Ainda hoje é possível apreciar pedras com inscrições dos índios. É lá, onde fica o maior teatro ao ar livre da Paraíba, onde todos os anos é encenada a Paixão de Cristo, pelo grupo de Teatro Amador de Cuité – TEAC.
Fronteiras:
» A Norte com o Estado do Rio Grande do Norte.
» A Leste com Cacimba de Dentro e Barra de Santa Rosa.
» A Oeste com Nova Floresta, Picuí e Pedra Lavrada.
» A Sul com Cubati e Sossego.
Clima:
O Clima predominante é quente e seco. Por sua latitude, quase sempre apresenta uma temperatura, oscilante entre 17° C e 28° C. A precipitação pluviométrica anual é de 916, 30 mm e a média mensal é de 76, 35 mm.
Relevo:
Sua topografia é muito acidentada, pois faz parte da cadeia de Serras, que são estas: A da Borborema, a de Cuité e a da Caxexa (que forma a o boqueirão do Rio Curimataú). Existem ainda as serras que completam a cadeia, como: a do Bom Bocadinho, a da Canastra. do Damião, de Milagres, de Muquém e do Japi.
Hidrografia:
O rio mais importante que cruza o município é o Rio Curimataú. Destaca-se ainda, a presença dos rios Japi (ou Jacu), Santa Rosa e Cachorro Pintado. Há também riachos, como do Urubu (ou Cabelo), Poleiro (ou das Almas), Quandu e Da Cruz, sendo todos temporários. O açude que mais se destaca e é o responsável pelo abastecimento de água na cidade é o Boqueirão do Cais.
Características Físicas:
» Localizado na messorregião do Agreste Paraibano e na microrregião do Curimataú Ocidental.
» Distância de João Pessoa: 235, 1 Km.
» Distância de Brasília: 2. 713, 1 Km.
» Sua altitude em relação ao nível do mar é de 667m.
» Cuité é o 12° município em extensão do estado da Paraíba, com uma área de 758, 6 Km².
População:
Os dados do Censo de 2002, atualizados em 04 de maio de 2002, registraram uma população total de 19. 946 mil habitantes, dos quais 12. 071 residem na zona urbana e 7. 875 na zona rural. Destes, 9. 773 são do sexo masculino e 10. 173 são do sexo feminino.
Rodovias e Transportes Coletivos:
» Rodovias Estaduais: PB - 137, PB - 149, PB - 151.
» Transportes Coletivos: Viação São José, Viação Jardinense e Viação Guarabirense, que intermediam o translado da população para Campina Grande, Natal e João Pessoa, além de outras localidades.
Um outro tipo de geração de renda, no qual o município está apostando é o turismo. Já contamos com um calendário de eventos durante todo o ano, que traz milhares de turistas a cidade. Dentre deles: a Emancipação Política de Cuité, dia 25 de janeiro, onde são promovidas várias comemorações, como: alvoradas, missas, maratonas e festas para a população.
Na Semana Santa, vários eventos acontecem no município, além dos promovidos pela igreja católica, há também a encenação da Paixão de Cristo, no Olho D'Água da Bica. O grupo responsável pela apresentação é o Teatro Amador de Cuité - TEAC, que conta com cerca de 400 atores. Cerca de 4 mil fiéis, de toda região, comparecem as apresentações.
As festividades juninas ganharam um local todo especial para realização: O Arraial da Serra. A Prefeitura Municipal de Cuité patrocina todo o evento que conta com cerca de 15 dias de festas para toda a população. Com isso ganhou o título de melhor São João do interior da Paraíba. Aproveitando o clima frio e nevoento da cidade, os turistas comparecem em massa nessa época, cerca de 10 mil visitantes.
A tradicional Festa da Padroeira de Cuité é uma data importante, pois nessa ocasião muitos dos nossos conterrâneos voltam ao seu lugar para as comemorações alusivas a Nossa Senhora das Mercês, que é comemorada em 24 de setembro. Tanto a parte religiosa como a profana garante muita emoção todos aqueles que nos visitam.
Duas grandes vaquejadas fazem parte do calendário de eventos do município: A Vaquejada do Parque José Pessoa e a Vacaju, ambas realizadas no parque já citado. Há cada ano, mais vaqueiros se candidatam aos prêmios oferecidos. A casa de show Portal do Forró realiza, durante o evento, festas com as melhores bandas de forró do nordeste.
As festividades natalinas são comemoradas no município, através de eventos religiosos, com a realização de encenações do nascimento de Cristo, pastoril, como também a parte profana, com festas no Arraial da Serra.
As terras onde Cuité foi fundada foram doadas pelo senhor Caetano Dantas e sua esposa e requeridas à Capitania de Itamaracá. O ato foi em louvor a Nossa Senhora das Mercês. Por este fato, foi erguida no local uma capela.
Outros sítios, que possuíam pequenos mananciais também atraiam pessoas, afim de banhos, como: sítio do Marimbondo, sítio do Ingá, sítio do Imbé, sítio do Jatobá e a Lagoa de Seu Juvino.
A prática de medicina popular é bem difundida no município, devido nossas heranças e tradições. É grande a variedade de plantas medicinais nativas existente, por este fato torna-se difícil catalogá-las. Muitas são cultivadas em quintais.
Em Cuité recebemos o sinal de 04 maiores redes de TV do Brasil: Globo, SBT, Record e Band. Temos também uma rádio comunitária, a Stúdio FM, sintonizada na freqüência 90, 3 MHz.
Há grandes nomes na literatura local, como Oswaldo Venâncio dos Santos, Onaldo Venâncio, Claúdio Limeira, José Antônio Assunção, Aércio Cândido, Dinamérico Soares do Nascimento e Manoel Nunes Machado, dos quais muito nos orgulhamos.
Cuité » História
O nome Cuité vem do uso que os índios Cuités, da grande tribo dos CArirís, faziam do fruto da coitezeira utilizando para o fabrico de cuías, gamelas e cochos. No dialeto indigena Cui quer dizer vasilha e eté grande, real, ilustre. Esses índios foram aldeados em 1696, pelo padre João de Barros.
Em 1704, foi doada a primeira sesmaria do lugar, solicitada pelo Conde de Alvor. Na mesma época Caetano Dantas Correia, recebeu a possa da lagoa de Cuité. Acompanhado do seu irmão Simplicio Dantas Correia, iniciaram a colonização e construiram a capela Nossa Senhora das Mercês.
O progresso foi rápido e já em agosto de 1801 libertava-se da freguesia de Caicó RN, em 1800 Cuité foi elevada a categoria de distrito e em 1854 elevou-se a condição de município. Por várias vezes Cuité foi suprimida e anexada para finalmente ter sua independência administrativa pelo Decreto Lei Estadual nº 39 de 10 de abril de 1940.
Fonte: FAMUP
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
MUNICÍPIOS PARAIBANOS QUE FAZ DIVISA COM O RIO GRANDE DO NORTE
AS MAIORES CIDADES DA PARAÍBA
8ª - SAPÉ - 50.151
10ª - QUEIMADAS - 41.654
12º - ESPERANÇA - 31.095
13º - SÃO BENTO - 30.880
AS MENORES
1ª - CAXIXOLA - 1.171
2ª - PAPARI - 1256
3ª - SÃO JOSÉ DO BREJO DO CRUZ - 1.684
4ª - QUIXABÁ - 1699
5ª - RIACHO DE SANTO ANTÔNIO - 1722
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
DIVISÃO TERRITORIAL DO ESTADO DA PARAÍBA
Das belas praias aos enigmáticos sítios arqueológicos – das caminhadas nas florestas até as romarias religiosas – das festas folclóricas até os esportes de aventura – a Paraíba oferece ao turista uma variedade de roteiros que se encaixam a todos os gostos e orçamentos.
A Paraíba é um diamante incrustado no Nordeste. A alusão a uma pedra preciosa reafirma a riqueza natural que o Estado possui e as peculiaridades que caracterizam cada uma de suas quatro mesorregiões:
Mesorregião da Borborema
Em cidades como Prata, Sumé, Serra Branca, Boqueirão e Cabaceiras, a vida desafia a cinza vegetação da Caatinga e revela roteiros de extrema importância cientifica. No Lajedo de Pai Mateus, município de Cabaceiras, os turistas podem apreciar de perto todo o capricho da natureza. O lugar é hoje visitado por gente do mundo inteiro, todos curiosos em decifrar os enigmas escondidos nas rochas. O Lajedo ficou famoso ao servir de cenário para o filme o Auto da Compadecida, Pai Mateus na verdade foi o nome de um antigo ermitão que durante muitos anos residiu sobre as pedras. Muitos séculos antes, no entanto, índios já haviam deixado suas marcas por ali.
Mesorregião do Sertão Paraibano
É um prato cheio para quem procura aventura e mistério. Religiosidade cultura e ciência se misturam em roteiros de grande beleza plástica. Achados paleontológicos de mais de 130 milhões de anos fazem do Vale dos Dinossauros, em Sousa, um lugar único no mundo. Ali, em meio ao solo rachado e transformado em pedra pelo tempo, centenas de pegadas registram a época em que os gigantes disputavam territórios. Em Vierópolis, cidadezinha a apenas 20 quilômetros de Sousa, sítios arqueológicos e trilhas pela Caatinga são boas dicas para quem busca um pouco mais de aventura. Outras opções interessantes na região são as águas termais de Brejo Das Freiras, as rochas que compõe a Serra de Teixeira – incluindo aí o ponto culminante do Estado – e o belo artesanato local, a exemplo das famosas redes de São Bento. Destaques para a Fazenda Acauã, localizada no município de Aparecida. A fazenda, recentemente restaurada, é uma das mais antigas da Paraíba.
Mesorregião do Agreste Paraibano
Na medida que nos afastamos do Litoral em direção ao interior, serras e vales férteis apresentam roteiros que unem história, natureza e diversão. Em Campina Grande, no Alto da Serra da Borborema, o “Maior São João do Mundo” atrai milhares de turistas para 30 dias de forró. Em Fagundes a famosa pedra de Santo Antonio, palco de peregrinações religiosas em homenagens ao “santo casamenteiro”, é hoje uma das mais procuradas áreas para a prática de Treking. Em Ingá encontraremos as Itacoatiara (pedras riscadas, em Tupi), a mais enigmática presença indígena no Nordeste.
Mesorregião Zona da Mata Paraibana
Sol e praia. Essa perfeita combinação parece ser a marca registrada do turismo na Paraíba. Para quem busca agitação, as praias urbanas de João Pessoa são a melhor opção. Além da estrutura de bares, restaurantes, e feiras de artesanato, o turismo encontra ainda passeio de barco até os recifes que acompanham quase toda a extensão da cidade. Um dos lugares mais visitados na capital é a Ponta do Seixas, o trecho de praia que mais se aproxima do continente africano em toda a América do Sul. Em Lucena, Baía da Traição, Mataraca e Barra de Mamanguape (litoral norte), aldeias indígenas cercadas por rios e mangues oferecem roteiros que misturam natureza e história num doa mais preservados trechos do litoral nordestino. No sul, o destaque é para Tambaba, primeira praia naturista do Nordeste.
Litoral
O Litoral da Paraíba se estende por cerca de 133 quilômetros. Sua extensão vai da desembocadura do rio Goiana - ao sul, onde se limita com o estado de Pernambuco - até o estuário do rio Guaju - ao norte, na divisa com o Rio Grande do Norte.
Lucena, Rio Tinto, marcação, Mamanguape, Baia da Traição e Mataraca são os municípios que englobam o Litoral Setentrional. O Litoral Sul abrange os territórios municipais de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Conde, Alharanda e Pitimbu.
MUNICÍPIO DE UIRAÚNA - PB
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A história de Uiraúna está relacionada com o desenvolvimento do cultivo da cana-de-açúcar no litoral paraibano, devido a concorrência com as ANTILHAS, que tornou a pecuária extensiva a base econômica do sertão, este fato favoreceu sua ocupação com a criação rotas e feiras de gado. Uiraúna por situar-se na divisa Paraíba-Rio Grande do Norte-Ceará foi ponto estratégico de ocupação.
Outro fator importante para a sua colonização foi o espírito expansionista da família D’ávilla que anexaram a seus domínios as terras banhadas pelo Rio do Peixe (Sousa, São João do Rio do Peixe, Uiraúna...), eles provinham da Casa da Torre na Bahia e exploraram grande parte do Nordeste brasileiro com o intuito de acumular capitais através da pecuária.
Tendo em vista o grande território conquistado pela Casa da Torre, os D’ávilla para que pudessem assegurar a ordem e impor a soberania de Portugal começaram a outorgar títulos de capitão-mor, sargento-mor e entre outros, com o intuito de estabelecer o domínio em suas terra, nomeavam também procuradores que lhes pagavam o foro e lhes serviam em troca de apoio e força junto ao governo colonial.
Há relatos que mostram que em 1601, o capitão-mor Antônio José da Cunha, vindo de Pernambuco, estabeleceu-se na região, onde hoje está situado o município, organizando fazendas de gado e conseguindo a amizade dos índios Icós pequenos que habitavam a região do Rio do Peixe e eram tribo dos Tapuias-Cariris.
Nessa conjuntura, pelos idos do século XVIII o território foi doado em forma de sesmaria ao alferes Alexandre Moreira Pinto e a João Nunes Leitão.
Vale destacar a importância do Rio do Peixe, que mesmo intermitente, revelou-se como importante meio de sobrevivência tanto para os índios quanto para os criadores de gado e seus respectivos escravos.
Na segunda metade do século XIX os senhores João Claudino de Galiza, Henrique Caetano de Galiza, Claudino Coutinho de Galiza e Joaquim Duarte Coutinho fixaram-se na região e deram-lhe o nome de Belém do Arrojado, em 1872.
Por volta de 1874 foi fundada uma modesta capelinha pelo Padre José Joaquim de França Coutinho (filho de Joaquim Duarte Coutinho e França Caetano Coutinho) que havia se ordenado no Seminário de Olinda e regressado com o objetivo de construir a ermida. No mesmo local onde foi construído a capela, encontra-se, atualmente, a Igreja Matriz Jesus, Maria e José, a padroeira do município é a mesma desde do século XIX.
Pelo trabalho e amor a terra natal, o Padre França é considerado o fundador do município, sendo em 1940, erguido uma estátua em sua homenagem na praça e rua que levam seu nome.
Paralelamente a vinda dos criadores de gado ao sertão, nascia no Brasil, sobretudo nos estados do Nordeste e do Sul, uma nova classe de trabalhadores, os tropeiiros, que tinham papel de extrema importância para as vilas e cidades do interior, pois na ausência de caminhões (que fora inventado em 1896 , mas por ter altíssimo custo só chegaria ao Brasil décadas depois) eles iam na condução das tropas de mulas buscar em outras cidades produtos que o interior necessitava. Os tropeiros uiraunenses eram conhecidos por “Tropeiros do Sertão” e geralmente iam ao Cariri cearence e a M O S S O R Ó - RN, na busca de rapadura, algodão e de farinha.
Duarante aRepublica Velha o município foi palco de duas grandes rebeliões famosas até hoje, são elas a COLUNA PRESTES e LAMPIÃO. A coluna MIGUEL COSTA PRESTES , mais conhecida por COLUNAS PRESTE foi um movimento político-militar que pregava a insatisfação com a REPUBLICA VELHA , a exigência do voto secreto e a defesa do ensino público, liderada por LUIZ CARLOS PRESTES a rebelião passa pela terra de Padre França, primeiramente pela comunidade de APARECIDA , logo após chega a LUIS GOMES, NO RIO GRANDE DO NORTE e depois voltando a terras uiraunenses vai ao Olho d'Água Seco, depois para Santa Umbelina e também para Quixaba, quando parte em direção ao município de VIERÓPOLIS. LAMPIÃO foi o mais famoso cangaceiro da história do Brasil, em Uiraúna suas visitas (1927) ( foram consideravelmente rápidas e tanto na primeira como na segunda fez o mesmo trajeto. Um fato curioso a se comentar que foi a partir da recuada de FRANCISCO VIRGULINO DA SILVA, conhecido por LAMPIÃO na região que começou a perder nas suas batalhas até que onze anos depois fosse morto.
Os tempos de ouro do município ocorreu durante o cultivo do algodão. Foram os criadores de gado do século XIX que deram a grande contribuição para o seus desenvolvimento nessas terras. O "ouro branco", como era chamado antigamente se adequou perfeitamente ao solo uiraunense e paraibano, e como houve alta produção várias usinas algodoeiras vieram a Uiraúna, como a SAMBRA e a ALGASA. A cidade vivia do algodão e seu desenvolvimento veio através dele, trazendo até bancos como o PARAIBAN, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco, mas um inseto originário da América Central, o bicudo, infestou todo o Brasil trazendo altíssimos prejuízos para a cidade como principal exemplo o fim de todas essas empresas citadas acima e a perda de toda produção, levando Uiraúna e todo o Brasil a uma grave crise.
De acordo com as divisões territoriais de 31 de dezembro de 1936 e de 31 de dezembro de 1937, bem como o quadro anexo ao Decreto Lei 1.010, de 30 de março de 1938, o território de Uiraúna figurava como Distrito de São João do Rio do Peixe.
Em 15 de novembro de 1938 o distrito de Belém passava-se chamar Canaã.
A luta pela autonomia política começou por volta de 1942, sendo concretizada somente em 2 de dezembro de 1953, sob Lei Estadual de número 972. Assinada pelo então governador da Paraíba, José Fernandes de Lima, a lei previa a instalação oficial do município a 27 de dezembro do mesmo ano. Nesta data foi empossado o primeiro prefeito, o norte riograndense Adolfo Rodrigues.
O principal defensor da autonomia foi o mossoroense OSVALDO BEZERRA CASCUDO (MOSSORÓ-RN, 04/09/1908 – CAMPINA GANDE-PB, 21/08/1997, com a contribuição do então deputado estadual Fernando Carrilho Milanez.
Veja na postagem seguinte os nomes e períodos dos administadores da cidade de Cidade Uiraúna, terra de duas pessoas muito importante, o conceituado jonalista, poeta e escritor brasileiro JOSÉ NÊUMANNE PINTO, este é parante, talves ele não saiba, de FRANCISCO GERMANO FILHO, o conhecedíssimo CHIQUINHO GERMANO, um dos poucos brasileiros eleito cinco vezes para o mandato de prefeito. Em meu livro referente a biografia de CHIQUINHO relatei sobre os laços familiares dessas duas grandes personalidades. Confira no link LITERATURA; e de LUIZA ERUNDINA, ex-prefeira de São Paula e Deputada Federal.
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